Qual a diferença entre tráfego pago e tráfego orgânico?


Para quem está dando os primeiros passos no universo do marketing digital, saber distinguir os diferentes tipos de tráfego é muito importante. Afinal, o tráfego influencia diretamente a construção de uma presença online, por isso, é preciso saber em qual investir.


Existem dois tipos de tráfego: pago e orgânico. E, em um planejamento de campanha, ambos podem ser levados em conta para otimizar os resultados e o alcance do cliente. Contudo, embora dividam um objetivo em comum, esses diferentes tipos de tráfego possuem características singulares, que ajudam a definir quando e como usá-los.


Você pode optar por priorizar ou distribuir o investimento entre essas duas alternativas. Tudo depende do direcionamento da campanha e das metas a serem alcançadas através dela.


Mas para colocar isso em prática, antes é preciso conhecer e diferenciar o tráfego pago do tráfego orgânico. Assim, fica mais fácil decidir e traçar o melhor caminho para um planejamento com foco em resultados.



Tráfego no universo digital



Você conhece o caminho que um usuário faz até chegar ao site da sua empresa? O acesso pode vir de diferentes pontos da internet, e é isso que o tráfego te ajuda a compreender.


O site da sua empresa é um local fixo na internet, que pode ser acessado por meio de uma URL ou link, certo? Para chegar a ele, o usuário pode seguir por diferentes caminhos, partindo de uma pesquisa em um mecanismo de busca até um anúncio que o leve à plataforma.


Essa dinâmica é o que chamamos de tráfego.


Hoje, os mecanismos de busca representam uma das principais ferramentas para alcançar o público. Dentro deles, há duas formas de fazer com que o seu conteúdo seja notado:


  1. Com conteúdo otimizado, para ganhar relevância entre os principais resultados de busca, assim, atraindo acessos espontâneos com tráfego orgânico.

  2. Adquirindo espaço de destaque, através de investimento monetário, de modo a atrair acessos com tráfego pago.


Ou seja, é através do tráfego pago ou do tráfego orgânico que você conseguirá atrair clientes em potencial para o seu site. Agora, como escolher em qual investir?



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Tráfego pago


O nome já entrega: tráfego pago é aquele que exige investimento, em que você paga para ter visibilidade em determinados espaços, neste caso, nos mecanismos de busca.


São anúncios que aparecem nas páginas de pesquisa, em sites e redes sociais.


O processo não tem muito segredo e basta ser assertivo nas configurações para obter bons resultados e chegar até o público que você busca alcançar. Nos mecanismos de busca, o processo consiste na escolha de uma palavra-chave que, quando acionada através da busca, faz com que o anúncio apareça no topo ou no rodapé da página. Nas redes sociais, por outro lado, o tráfego pago pode ser segmentado conforme o público-alvo, assim, determinando para quais usuários o anúncio irá aparecer.


Esse tipo de tráfego tem suas vantagens, principalmente para as empresas que estão começando agora e precisam construir sua presença online. Além disso, com o tráfego pago é possível obter resultados mais rápidos e ampliar o alcance da mensagem. O investimento também é flexível, uma vez que pode ser feito por custo por clique ou por custo por mil impressões.


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Tráfego orgânico


O tráfego orgânico, por sua vez, consiste no acesso espontâneo pelos usuários, geralmente, por meio de uma pesquisa feita em um dos motores de busca.


Com esse modelo, é o conteúdo que chama a atenção dos usuários e, também, das ferramentas de busca, que o entendo como relevante para aquele conjunto de palavras-chave.


O modelo não exige investimento direto, mas requer uma produção de conteúdo assertiva e otimizada.


Aqui, é preciso oferecer um conteúdo que responda às dúvidas ou necessidades do usuário e desperte o seu interesse, assim, fazendo com que ele acesse a página. Com tráfego orgânico, planejamento é chave. E por mais que os resultados demorem mais a aparecer, uma vez que se consegue chegar ao topo, eles não param!


Para isso, você deve desenvolver conteúdo relevante e ficar atento às práticas de SEO, bem como as funcionalidades do site.


O Google, por exemplo, analisa uma série de fatores para ranquear um conteúdo no topo, como:


  • Uso de palavras-chave;

  • Estrutura do texto;

  • Tempo de permanência do usuário;

  • Se o site é ou não responsivo;

  • Compatibilidade com diferentes dispositivos.


E muito mais!


Assim como o tráfego pago, o tráfego orgânico tem suas vantagens. Ele, por exemplo, é recomendado para marcas já consolidadas na web, que possuem uma boa presença online. Com essa modalidade, se economiza um pouco mais e é possível criar, de fato, um relacionamento com o público, tornando a comunicação mais pessoal. O conteúdo também continua relevante e pode trazer resultados a longo prazo.


Logo, o investimento dependerá dos objetivos da empresa para determinadas campanhas e ações e como cada alternativa poderá atender suas necessidades.


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